colaboração para a Folha de S.Paulo
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Consumir água pode diminuir risco de sobrepeso infantil
JULIANA CALDERARI
colaboração para a Folha de S.Paulo
colaboração para a Folha de S.Paulo
Beber água pode ajudar a prevenir o sobrepeso e a obesidade em crianças. Uma pesquisa realizada pelas universidades de Dortmund e de Witten-Herdecke, na Alemanha, e de Londres, no Reino Unido, concluiu que o aumento do consumo de água em escolas diminuiu o risco de excesso de peso.
O estudo foi conduzido em grupos escolares de áreas pobres dos dois países, onde o risco de obesidade é maior, e envolveu 32 grupos escolares de nível elementar, somando 2.950 crianças.
Para promover o consumo, bebedouros foram instalados nas escolas e os professores deram aulas sobre os benefícios da bebida para o organismo. As crianças foram incentivadas com recompensas e brindes como garrafas d'água.
Embora não tenha havido redução no consumo de refrigerantes, os alunos das 17 escolas que receberam a intervenção beberam cerca de um copo a mais de água diariamente.
Os resultados mostraram que, em um ano, houve queda de 31% no risco de excesso de peso nesse grupo, mas não houve redução no IMC (índice de massa corporal). As crianças que não participaram da campanha tiveram um leve aumento no peso no mesmo período.
"A água é fundamental para o funcionamento de todo o metabolismo", afirma João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Unifesp. Para metabolizar 1 g de gordura, são usados 15 ml de água. Quando o processo de queima de gordura funciona melhor, sua eliminação do organismo também fica mais fácil.
Ingerir água reduz a retenção de líquidos, o que influencia na diminuição do peso. Por outro lado, bebidas artificiais como refrigerantes contêm mais sais e açúcares que nosso corpo e por isso, dão mais sede.
Beber água também causa uma sensação de saciedade que pode inibir por algum tempo a compulsão alimentar. "Um copo de 200 ml dá um volume considerável no estômago de uma criança em idade escolar", explica Castro.
"O trabalho reforça o conceito de que estimular hábitos de vida saudáveis com a ingestão adequada de água é eficiente para prevenir o aumento de peso", diz Mauro Fisberg, pediatra especialista em nutrição na infância e na adolescência.
A má alimentação infantil contribui para o aparecimento de doenças crônicas como diabetes, artrose e gastrite. Segundo o Ministério da Saúde, 13% dos brasileiros são obesos e 43,3% estão acima do peso.
São Paulo está entre as piores cidades para idosos
VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO
da Folha de S.Paulo
da Folha de S.Paulo
Estudo do governo de São Paulo divulgado em 2009 mostra que a capital é uma das piores cidades do Estado em condições de vida para os idosos.
Dos 645 municípios paulistas, a cidade de São Paulo está na 503ª posição, com 38 pontos numa escala de zero a cem.
Para a dentista Helena Baitz, 66, o que São Paulo oferece para os idosos é "um horror". "Eu me reúno com grupos de amigos para cantar e nos divertir, mas é um grupo. A maioria dos idosos tem mais motivos de insatisfação que de alegria", diz.
O índice do estudo leva em conta mortalidade precoce dos idosos, acesso à renda e participação em atividades culturais e esportivas, por exemplo.
"A proporção de idosos é maior nas pequenas cidades. E é mais fácil o poder público localizar essa faixa etária e dar atenção a ela", diz Felícia Madeira, diretora-executiva da Fundação Seade, que fez o levantamento em conjunto com a Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento.
"Se as cidades não fizerem nada, será uma bomba-relógio em todas as áreas", afirma o secretário, Rogério Amato.
Para Wilson Jacob Filho, professor titular de geriatria da Faculdade de Medicina da USP, as cidades menores são melhores em qualidade de vida para os idosos. Segundo diz, em todo o mundo os índices mais altos de longevidade não estão em megalópoles como São Paulo.
"A cidade foi se transformando num ambiente hostil e não acolhedor a um idoso que tem algum grau de limitação", afirma. "Nas cidades pequenas, as coisas são mais próximas, o idoso transita com facilidade. Além disso, na capital os familiares dos idosos são comprometidos com o trabalho. No interior sempre tem alguém mais perto para cuidar do idoso."
Workshop de Atualização e Capacitação no Método Pilates - Pilates Avançado
Assistam ao vídeo abaixo no YouTube:
UPDATE VIPILATES – PILATES AVANÇADO
Workshop de Atualização e Capacitação no Método Pilates
Destinado a instrutores já atuantes no mercado de Pilates, o curso oferece ao profissional uma excelente oportunidade de atualização e capacitação no Método Pilates através de uma série de exercícios intermediários/avançados desenvolvidos por Joseph Pilates e aprimorados pela equipe Vipilates.
Surpreenda seu cliente com inovação e criatividade e amplie seu repertório de Pilates com cerca de (sessenta) 60 exercícios desafiadores e suas variações, totalizando mais de 100 exercícios por módulo.
O curso completo é composto por 4 módulos divididos em dois (2) dias cada, 100% práticos, com uma programação sequencial e progressiva durante finais de semana, com carga horária de 16hs por encontro.
Cada módulo é independente, podendo o instrutor realizar cada um de acordo com sua disponibilidade e interesse.
Máximo de (doze) 12 participantes por turma.
O aluno do curso receberá um manual educativo referente ao material aprendido com todos os exercícios e suas regressões, progressões e variações.
CRONOGRAMA (por módulo)
- Princípios Fundamentais aplicados aos exercícios avançados;
- Aulas de aquecimento em circuito;
- Exercícios Intermediários/Avançados – Mat Pilates;
- Exercícios Intermediários/Avançados – Pilates com Acessórios;
- Exercícios Intermediários/Avançados – Reformer;
- Exercícios Intermediários/Avançados – Cadillac;
- Exercícios Intermediários/Avançados – Wall Unit;
- Exercícios Intermediários/Avançados – Wunda Chair;
- Exercícios Intermediários/Avançados – Ladder Barrel;
Informações e reservas:
vipilates@hotmail.com
vipilates@hotmail.com
Fundação da Aliança Brasileira de Pilates
Assistam ao vídeo abaixo no YouTube:
Após 3 encontros nacionais preparatórios para fundação da Aliança Brasileira de Pilates – ABRAPI, realizados, respectivamente, em Salvador-BA no dia 06 de dezembro de 2007, em São Paulo no dia 19 de abril de 2008 e em Curitiba, em 09 de agosto de 2008, está oficialmente fundada a ABRAPI- Aliança Brasileira de Pilates. A oficialização aconteceu em assembléia realizada no Rio de Janeiro, no dia 29 de janeiro de 2010.
A ABRAPI é uma associação sem fins lucrativos, destinada a congregar pessoas físicas (e não empresas), que exerçam funções especializadas do Método Pilates, estimulando seu aprimoramento, a multiplicação dos conhecimentos e a investigação científica relacionada ao método.
Pretende ainda orientar e esclarecer a sociedade em questões relativas ao método Pilates, bem como representar os interesses dos instrutores associados frente às entidades fiscalizadoras das atividades afins e aos conselhos de classes dos profissionais que a constituem.
A ABRAPI - Aliança Brasileira de Pilates, tem por objetivo ser a principal associação brasileira de Pilates, congregando profissionais de todas as escolas existentes em prol do desenvolvimento do método.
Cabe dizer ainda que não é finalidade da ABRAPI atestar ou validar cursos de formação, material didático e equipamentos de Pilates.
A Diretoria Executiva, eleita nesta mesma assembléia, está assim composta:
Presidente – Alice Becker
Vice-presidente financeiro – Maria Cristina Rossi Abrami
Vice- presidente administrativo – Elaine De Markondes
Diretor de Comunicação e Marketing – Silvia Gomes
Diretor Jurídico – Eduardo Fraga
Diretor Secretário – Roberta Bueno
Diretor de Associados – Ana Carolina Silva
Estamos recebendo o contato de várias pessoas interessadas em se associar a ABRAPI.
Como estamos numa fase de organização para recebê-los de maneira adequada e segura, criamos um cadastro para iniciarmos a formação do mailing da ABRAPI.
Através dele vocês poderão enviar seus dados para que possamos mantê-los atualizados de todas as etapas da estruturação da Aliança.
Cadastre-se já através do www.aliancabrasileiradepilates.com.br
Como estamos numa fase de organização para recebê-los de maneira adequada e segura, criamos um cadastro para iniciarmos a formação do mailing da ABRAPI.
Através dele vocês poderão enviar seus dados para que possamos mantê-los atualizados de todas as etapas da estruturação da Aliança.
Cadastre-se já através do www.aliancabrasileiradepilates.com.br
quarta-feira, 31 de março de 2010
Deprimidos correm mais risco de ter osteoporose, dizem cientistas
JULLIANE SILVEIRA
da Folha de S.Paulo
da Folha de S.Paulo
Pessoas com depressão podem apresentar densidade mineral óssea mais baixa, o que aumenta as chances de desenvolver osteoporose. A constatação é de uma meta-análise de 23 estudos realizada por pesquisadores israelenses e publicada na edição deste mês da revista "Biological Psychiatry".
Os trabalhos reúnem dados de mais de 2.300 pacientes com depressão e mais de 21 mil pessoas sem a doença.
Um dos mecanismos que poderiam explicar a relação entre depressão e problemas ósseos é a ativação do sistema nervoso simpático. "Esse sistema, usado pelo cérebro para controlar os principais sistemas do organismo, como o cardiovascular e o gastrointestinal, também controla as células ósseas por meio de neurotransmissores", explicou à Folha Raz Yirmiya, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém e responsável pelo estudo.
A depressão aumentaria os níveis desses neurotransmissores no tecido ósseo, o que contribuiria para um pico de massa óssea menor, perda de tecido e osteoporose. A doença ainda favorece níveis mais elevados de cortisol na corrente sanguínea. "Muitos estudos mostram que as taxas de cortisol são altas em pacientes deprimidos e que o aumento dessa substância no organismo está negativamente relacionado aos níveis de densidade mineral óssea", acrescenta Yirmiya.
"Esse estudo ressalta o fato de que a depressão precisa ser vista como um problema de saúde que vai além do sofrimento psicológico e que pode trazer consequências negativas para a saúde física", diz Renério Fráguas, supervisor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.
FATORES DE RISCO DA OSTEOPOROSE
- Histórico familiar
- Ser branco ou oriental
- Ter mais de 65 anos
- Ser do sexo feminino
- Baixa ingestão de cálcio
- Fumo
- Alcoolismo
- Uso crônico de cortisona
- Baixo peso
Mobilidade
Outra hipótese que ajuda a explicar a associação entre depressão e menor densidade óssea é a relação indireta da doença com hábitos do paciente. "Sempre com a depressão vem uma alteração de comportamento". Essas interferências podem enviesar o estudo.
"A baixa densidade óssea pode ser causada por pouca atividade física, aumento de tabagismo e alcoolismo, distúrbio nutricional ou a própria medicação ingerida", argumenta a endocrinologista Marise Castro, chefe do Setor de Doenças Osteometabólicas da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Pacientes deprimidos costumam se movimentar menos. A atividade física estimula diretamente a formação óssea - e a falta dela pode comprometer a densidade do osso.
"Os ossos são tecidos vivos que estão o tempo todo sendo reabsorvidos e formados, processo chamado de remodelação óssea. Durante a vida, sofremos pequenos impactos que levam a microtraumas nos ossos, deixando-os mais frágeis. Os exercícios são um poderoso estimulante da remodelação", explica Salo Buksman, geriatra do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia).
Alimento não reduz risco cardíaco, mostra pesquisa
GABRIELA CUPANI
da Folha de S.Paulo
Uma revisão de quase 200 estudos sobre alimentação e doenças cardiovasculares mostra que há pouca evidência de que alimentos como salmão, grãos integrais e fibras consigam, sozinhos, reduzir o risco cardíaco.
Segundo os autores do texto, publicado no "Archives of Internal Medicine", um dos jornais do "Jama" (jornal da Associação Médica Americana), apenas nozes, vegetais e a dieta do Mediterrâneo apresentaram forte relação com a diminuição dessas doenças.
Entre os itens que demonstraram pouca relação com proteção ao coração aparecem peixes, ácidos graxos ômega 3 de fontes marinhas, grãos integrais, fibras, álcool e vitaminas C, E e betacaroteno - justamente os mais presentes em pesquisas sobre o tema.
Como a dieta mediterrânea inclui todos esses alimentos, segundo especialistas ouvidos pela Folha, isso reforça a tese de que, na verdade, é o estilo de vida o fator determinante do risco cardíaco - e não o consumo isolado de alimentos.
"Peixe, fibras, cereais integrais continuam sendo benéficos, mas dentro de um estilo de vida saudável e de uma alimentação equilibrada", enfatiza o cardiologista Carlos Scherr, da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. "Isso quer dizer que comer só peixe não resolve", exemplifica.
O "Lyon Diet Heart Study", um grande estudo francês feito na década de 1990, revelou que a dieta mediterrânea traz benefícios ao coração por outros mecanismos além da redução de gorduras. Os autores notaram que a mortalidade diminuiu mesmo sem grandes quedas nas taxas de colesterol.
"Não há alimento mágico", reforça a nutricionista Adriana Ávila, do Instituto do Coração, em São Paulo. E o modo de preparo faz toda a diferença. Nunca é demais lembrar que os alimentos grelhados têm menos gordura que os fritos, por exemplo. Uma salada regada com um fio de azeite é mais leve do que os mesmos vegetais refogados no óleo. Quanto menor a quantidade de gordura ingerida, mesmo que seja daquela considerada boa, menor o número de calorias.
"A dieta mediterrânea é considerada a mais saudável do planeta, pois aumenta a longevidade", diz o nutrólogo Edson Credidio, da Academia Latino-Americana de Nutrologia.
Segundo ele, quanto mais a pessoa pratica essa dieta, menor a chance de morrer por qualquer causa. Além de diminuir a incidência de doenças cardíacas em 33%, ela reduz o risco de câncer em 24% e também a chance de desenvolver doenças como Alzheimer.
Para Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração, em São Paulo , é o estilo de vida mediterrâneo que garante os benefícios. "E isso inclui praticar atividade física além da alimentação."
Banir propagandas reduziria obesidade infantil, diz estudo
da Folha de S.Paulo
Um novo estudo americano sugere que a propaganda de fast food pode ter um papel importante para os altos índices do problema.
Segundo a pesquisa, publicada no "Journal of Law & Economics", se os anúncios de fast food fossem banidos, o número de crianças de 3 a 11 anos acima do peso seria reduzido em 18%. O de adolescentes de 12 a 18 com o mesmo problema também sofreria queda, de 14%.
Para especialistas americanos, trata-se do primeiro estudo a mostrar que os comerciais televisivos têm tão grande impacto na obesidade infantil.
Os autores da pesquisa, no entanto, não defendem uma proibição nos anúncios de fast food. Eles dizem que algumas famílias podem se beneficiar dos anúncios, descobrindo, por exemplo, quais restaurantes ficam próximos à sua casa e o que eles servem. Afirmam, ainda, que muitas pessoas consomem fast food moderadamente, sem prejudicar sua saúde.
Dados brasileiros
No Brasil, um estudo divulgado no ano passado com 816 famílias que têm filhos de 7 a 14 anos relacionou a obesidade das crianças à quantidade de propaganda de alimentos ricos em gordura, açúcar, sal e óleo exibidas na televisão.
Feita na USP de Ribeirão Preto, a pesquisa mostrou que cerca de 27% da propaganda exibida era de alimentos. Desse total, 57% vendiam produtos como refrigerantes, achocolatados, bolachas recheadas e salgadinhos. Das crianças avaliadas, 24% tinham sobrepeso ou obesidade, e a maioria comia muitos alimentos gordurosos ou cheios de açúcar.
terça-feira, 30 de março de 2010
Curso Pilates na Gestação - Vídeo Vipilates no YouTube
Assistam ao vídeo abaixo no YouTube:
Pilates na Gestação - Raquel Batista
PILATES NA GESTAÇÃO
Workshop de Atualização e Capacitação no Método Pilates
O curso tem por objetivo instruir estudantes e profissionais de Fisioterapia e Educação Física a utilizarem o Método Pilates no condicionamento físico, prevenção e no tratamento de supostas algias musculares e articulares decorrentes da mudança corporal durante e depois da gravidez.
Os exercícios apresentados neste curso servirão como base para a recuperação de uma silhueta forte e delineada após o parto através de movimentos leves, agradáveis e funcionais.
É muito importante o fisioterapeuta/educador físico explicar e orientar a futura mamãe sobre as mudanças corporais que irão ocorrer nos nove meses da gestação. O incentivo à prática de exercícios diários é fundamental para uma gravidez sem complicações musculares e articulares e para um retorno à condição pré-gestação muito mais prazerosa e rápida.
São séries exclusivas de exercícios para a fase inicial, intermediária e avançada da gestação, além de fortalecimentos e alongamentos para a fase pós-parto.
O curso é ministrado em 2 (dois) dias com uma programação sequencial e progressiva durante um final de semana, com carga horária de 16hs.
Máximo de (doze) 12 participantes por turma.
O aluno do curso receberá um manual educativo referente ao material aprendido com todos os exercícios e suas regressões, progressões e variações.
CRONOGRAMA
- Orientações gerais de Treinamento;
- Benefícios do Método Pilates na Gestação;
- Transformações Corporais;
- Princípios Fundamentais de Método Pilates (Respiração, Core ou Powerhouse, Alongamento Axial, Pelve Neutra, Mobilidade de Coluna, Relaxamento, Fluidez e Precisão),
- Prática de Princípios;
- Orientações para o Estágio Inicial da Gestação – 1º ao 3º mês;
- Exercícios para o Estágio Inicial da Gestação – 1º ao 3º mês;
- Orientações para o Estágio Intermediário da Gestação – 4º ao 6º mês;
- Exercícios para o Estágio Intermediário da Gestação – 4º ao 6º mês;
- Orientações para o Estágio Final da Gestação – 7º ao 9º mês;
- Exercícios para o Estágio Final da Gestação – 7º ao 9º mês;
- Orientações para as primeiras seis semanas após o parto vaginal (normal);
- Orientações para as primeiras seis semanas após o parto por cesariana;
- Orientações a partir de seis semanas após o parto;
- Exercícios para o pós-parto.
vipilates@hotmail.com
Veja como se alimentar corretamente antes, durante e depois da corrida

Publifolha
A alimentação balanceada é fundamental na prática de exercícios, e saber usufruir os benefícios dos alimentos ajuda a aumentar a disposição e o vigor físico.
No livro "Para Começar a Praticar Corrida", escrito por Sean Fishpool e publicado pela Publifolha, o leitor encontra planos de treinos diários para principiantes e corredores avançados, e conselhos simples que o orientarão desde a compra de seus primeiros tênis até a escolha dos alimentos a consumir durante uma corrida.
Veja abaixo o deve ser ingerido antes, durante e depois da prática da corrida e preserve a sua saúde.
REABASTEÇA-SE NAS CORRIDAS
COMER
Quando você corre, seu corpo obtém a energia do glicogênio muscular de fácil acesso (carboidratos armazenados e processados) e das reservas de gordura menos acessíveis. Todos nós temos reservas de gorduras, mas precisamos garantir altos níveis de glicogênio antes, durante e após as corridas. É onde entra a nutrição inteligente.
Antes da corrida
Algumas pessoas podem correr 30 minutos depois de fazer um lanche; outras precisam ficar em jejum por horas para exercitar-se com conforto. Não é essencial alimentar-se antes de corridas de uma hora, mas corridas longas exigem planejamento. Um pouco de energia à mão faz diferença. Uma barra de cereais e um suco de frutas funcionam bem para a maioria das pessoas. Evite gorduras e proteínas, porque sua digestão é difícil.
Durante a corrida
Vale a pena se reabastecer de energia em corridas de mais de 45 minutos e entre as repetições, nas sessões de velocismo curtas e intensas. É essencial manter o estômago confortável, portanto evite alimentos sólidos, exceto os de digestão fácil como barras energéticas e balas de geléia.
Outra opção são as bebidas esportivas e os géis
Após a corrida
Alimentar-se 30-60 minutos antes da corrida ajuda a reduzir a rigidez e a dor muscular, especialmente após um esforço intenso. Pesquisas mostram que o melhor para a recuperação muscular é o líquido, somado a uma refeição à base de carboidratos e menos de 30% de proteínas.
Existem bebidas e barras especiais para recuperação, mas cereais com leite semidesnatado e uma banana são uma boa alternativa caseira.
BEBER
Os corredores não tomam líquido suficiente. O corpo precisa de água para quase todas as funções, inclusive para a liberação de energia e o controle de temperatura - mas quando tomamos pouca água não sabemos por que treinar e correr cansa tanto. Mesmo em dias inativos, procure tomar pelo menos oito copos de água. Quando corre, você precisa beber mais. No calor, seu corpo pode perder quase 2 litros de água por hora pela transpiração, o suficiente para prejudicar seriamente seu desempenho.
Antes de correr
Hidrate-se bem antes de correr. Isso não significa tomar um copo de água pouco antes de partir - você deve bebericar água com freqüência ao longo do dia, especialmente na tarde e noite anteriores a uma corrida ou prova matinal longa. Tome cerca de meio litro de água meia hora antes de treinar.
Durante a corrida
Normalmente não é necessário beber em corridas de menos de uma hora, mas em dias de calor pode ser perigoso não se reidratar com mais freqüência. Ao beber, tome goles pequenos e freqüentes. Em corridas longas, aconselha-se um copo pequeno de líquido a cada 15-20 minutos da corrida.
Após a corrida
Para restaurar o equilíbrio dos fluidos, o corpo precisa ingerir duas vezes mais água do que a que perde pela transpiração. Crie o hábito de beber mais que o normal por pelo menos duas ou três horas depois de correr. Opte pela água ou por bebidas esportivas com sódio e baixos teores de carboidratos. Pesar-se antes e depois de uma corrida lhe mostrará exatamente quanto líquido você perdeu (1 quilo é igual a 1 litro ). Você saberá quando está adequadamente hidratado porque sua urina terá cor clara.
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